Você não está só.

sábado, 2 de junho de 2012

Megguy, eu e Deus

             A cachorrinha da minha casa, Megguy, é uma figura. Agitada, hiperativa, adora uma folia, dada a brincadeiras. Para amenizar um pouco esta agitação dela, costumo comprar aqueles ossinhos – feitos de couro – próprios para este fim.

Outro dia, depois de dar a ela o mimo, fiz menção de que o tomaria de volta. Imediatamente ela rosnou e ameaçou morder-me. Obviamente que comecei a rir. Primeiro, porque não era minha intenção retomá-lo, embora eu tivesse demonstrado isso. Segundo, porque se eu quisesse, faria de qualquer forma, ela aceitando ou não. Afinal, fui eu quem o comprou.

Interessante que na nossa relação com Deus parece que fato semelhante acontece.

Proponho uma singela comparação.

Digamos que eu(na história acima narrada) seja Deus; a cachorrinha Megguy seja cada um de nós e o osso seja toda dádiva de Deus.

Deus, o Pai, concede-nos algo bom. Pense em algo. Vou utilizar, como exemplo, um emprego, um trabalho. Nós o aceitamos. Trabalhamos. Gostamos e durante o exercício do mesmo, Deus nos tira. Ele permite o ato da demissão. A primeira atitude é “rosnar”, reclamar, esbravejar, murmurar e brigar com Deus.

A reação do verdadeiro cristão deve ser: LEMBRAR e RECITAR o versículo da Palavra de Deus:“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8.28 O trabalho/emprego não foi nos dado por Deus? Não é Ele o nosso provedor? Cabe a Ele, e só a Ele retirar da nossa vida e devolver ou conceder um melhor, quando bem entender.

Crer que Deus irá providenciar outra fonte de renda não é fácil enquanto não se pode ver. Contudo, é isso que Deus espera de nós: confiança nEle. Essa confiança é exercitada através de um relacionamento diário com Ele.

É importante ter em mente que cada cristão (não de palavras, mas aquele com atitudes cristãs) tem o zelo do Pai. Se Deus permitiu a situação do desemprego é porque tem algo a ensinar e deseja que o filho aprenda a confiar no Pai.

Imagino que Deus, às vezes, queira tirar o “osso de couro” e conceder um gostos “filé suculento” aos seus filhos. E desiste diante das atitudes rebeldes: “- Não saio daqui.”;“- Daqui ninguém me tira.”; “-Deus me livre ir trabalhar em outro lugar.”; “-Quero ver você me tirar daqui.”; “- Deus sabe o quanto amo isso.”

A Palavra de Deus diz: “Ao Senhor pertence a terra, e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” Salmo 24.1

Se tudo pertence a Deus, cabe a cada um de nós zelar pelo patrimônio alheio. Também, devemos agradecer ao Dono do Mundo cada presente que nos é concedido. E sempre ter em mente que é Ele quem nos dá o que precisamos. E tira, quando bem entende.

Oração: "Senhor Deus e Pai, venho a ti após a leitura desta mensagem reconhecendo que tenho murmurado em algumas situações. Creio que tu és Deus de Amor e tens sempre o melhor para teus filhos. Peço ao Teu Espírito Santo para me lembrar, em cada situação, que preciso reagir calmamente lembrando que és Soberano sobre cada situação. Agradeço-Te, em nome de Jesus. Amém."

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Verdadeiro ungido


Ontem à noite, tivemos um banquete espiritual no Ministério Intimidade, Louvor e Adoração, com a presença da abençoada Família Borba.

O ministro de louvor, Asaph Borba, acompanhado do filho, André Borba, no violino, de sua esposa, Rosana Borba, voz, e participação especial da filha, Aurora, backing vocal, encheram o pequeno espaço da congregação com a glória de Deus. Meu coração se encheu de gratidão, louvor e arrependimento, naquele ambiente preparado pelo próprio Senhor Deus para nos acolher.

Aqui, deixo o registro de algumas anotações que fiz, com base na abençoada palavra trazida pelo pregador, Pastor Asaph Borba, que foi boca de Deus, ontem no culto na igreja. Algumas anotações não são ipsis literis, mas creio que traduzem a ideia da pregação.


Texto base: Isaías 61.1  a 7.

Deus quer uma unção para a igreja. Deus quer que a igreja seja ungida.
A unção leva a igreja a PREGAR para que outros sejam salvos. Unção sem pregação é ponto de interrogação.
A unção leva a curar e a receber os que necessitam de cura. Unção cura.
O ungido de Deus implanta o governo de Deus neste mundo.
O ungido consola os que choram. O sofá da casa do ungido deve estar sempre aberto para receber alguém que está sofrendo.
O Espírito Santo quer que nós sejamos instrumento de transformação: alegria ao invés de tristeza! Riso ao invés de espírito angustiado e abatido.
O ungido é um carvalho de justiça para SEMPRE dar glória ao Senhor. O carvalho é um referencial do Senhor.
O ungido edifica o lugar anteriormente assolado. Restaurar o que está destruído. Seja a restauração de uma vida, de uma família, de uma igreja, destruídas. O ungido sabe que Deus está neste processo de reconstrução.
O ungido será chamado SACERDOTE DO SENHOR! Um sacerdote é um representante de Deus; é um representante do povo; é quem tem esperança; é quem entra na brecha por aquele que não tem mais esperança.
Na vidado ungido do Senhor deve haver: VERDADE, AUTENTICIDADE, AMOR, HUMILDADE.
O VERDADEIRO UNGIDO é manso e humilde. O verdadeiro ungido é humilde diante deDeus e diante dos homens.
O ungido tem cara no chão.
O ungido é um catalizador de bênção do Senhor. SEMPRE DÁ GLÓRIA A DEUS!
E Deus tira-lhe toda a vergonha e dá-lhe dupla honra.
A fumaça desse mundo já era, eu quero Jesus!

Muito boa palavra!!!!

Obrigado, irmão, Pastor Asaph Borba, pela pregação e pelo testemunho de vida.
Glória a Deus por tua vida, teu ministério e tua consagração em santidade ao Pai Eterno!
Somos muito abençoados com tua presença e a presença de tua família em nosso meio. Vocês são sempre bem-vindos!

"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." Ap. 2.29


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Retornável

Na semana passada, almoçava num restaurante da cidade, desacompanhada, porque a mãe estava visitando minha irmã em Belo Horizonte. A impressão é que sozinha os pensamentos voam. Ao menos, comigo é assim. Li na garrafa de refrigerante: retornável.
Lembrei que há dias atrás, em conversa com um amigo, o mesmo comentou sobre a diferença do sabor do refrigerante em garrafa de vidro e da garrafa de pet. Naquela ocasião, comentei que nunca havia percebido. E arrisquei: refrigerante é refrigerante em qualquer recipiente! Mas o amigo contestou: - Não é, não! O gosto do refrigerante em garrafa de vidro é muito melhor do que em garrafas de plástico. Fiquei meditando. Considerei o comentário do amigo, sem argumentar. Foi aí que, no restaurante, lembrei do amigo da conversa: - O refrigerante da garrafa de vidro é mais gostoso. Será? Deve ser melhor.
O amigo comentou sobre o sabor do refrigerante, mas eu fiquei pensando no aspecto ecológico. A garrafa retornável é menos prejudicial ao meio ambiente. Será que não seria a hora de retornar ao uso e cultura das garrafas retornáveis? As sacolas plásticas já estão sendo substituídas por sacolas retornáveis. E as garrafas?
Aquela palavra “retornável” não saiu daminha mente.
Retornar é o mesmo que voltar.
As estradas sempre têm um retorno, um acesso para que o viajante tenha a opção de voltar ao lugar de onde saiu.
Considerando que a vida pode ser comparada a uma estrada, não podemos ignorar o fato de que há opção de retorno. E o ser humano é retornável?
Na hipótese da descoberta do caminho trilhado não ser o melhor, é imprescindível buscar uma alternativa de mudança de rota. Porque a definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes! Assim, persistindo no caminho errado, a estrada levará o viajante a um fim não desejado.
Agora, o cerne da questão é definir por quê? Quando? Como? E onde retornar?
Explico. A nossa natureza humana é má. O ser humano é falho, pecador e produtor de vários tipos de males. Isso é fato. A história da humanidade relata inúmeros episódios a esse respeito. Esse fato responder o motivo porque cada um de nós deve mudar.
No momento em que eu estiver sentindo que necessito mudar é momento de promover a mudança. Assim, o viajante deve mudar quando sentir que há algo de errado em sua vida.
Como mudar é algo que requer ajuda. Cada um de nós é capaz de identificar a necessidade de mudança. Contudo, não é capaz de alterar a rota de sua vida, sem o auxílio de Deus. Aqui, encontramos um obstáculo: a consciência da condição de ser frágil que necessitado auxílio do seu Criador. Deus é um Pai Amoroso, Misericordioso, tardio em irar-se, mas a nossa parte é a de nos humilharmos e reconhecermos esta condição de dependência e necessidade de auxílio divino. Ele mesmo ajuda a sua criatura a escolher o caminho certo. Superando o orgulho e reconhecendo a necessidade de auxílio superior, basta ir a Ele e pedir ajuda. A forma de fazer isso requer alguns passos:
1º) Orar a Deus. Fazer uma simples oração, em voz alta, sem testemunhas, só você e Deus. No interior do seu quarto. No seu local de trabalho. Onde você estiver, no momento em que tomar esta decisão. Deus irá ouvi-lo(a). Ao final desta explanação há uma sugestão que pode auxiliá-lo(a).
2º) Ler um livro muito importante que indicará "as instruções para alteração de sua rota": a BÍBLIA.
3º) Conversar com pessoas que, da mesma forma, alteraram suas rotas e estão trilhando o caminho de Deus, andando, diariamente, com Jesus.
4º) Pedir ao indicador do caminho certo, Deus Triuno, orientação sobre uma igreja para participar.
5º) Desfrutar, diariamente, das belezas e maravilhas que Deus tem preparado ao longo dessa nova jornada.
6º) Passar a outras pessoas a importância da opção de retornar e optar por andar no caminho de Jesus Cristo.
Em síntese, retornável nos tornamos quando optamos por caminhar com Jesus, ainda que não saibamos o que esta decisão significa na sua total dimensão. Este retorno ao Pai é necessário, traz benefícios coletivos e individuais em todas as áreas da sua vida, é gratificante e concederá mais sabor à vida diária.
Não só a garrafa retornável tem um sabor mais original e gostoso do refrigerante, mas a atitude do coração em retornar ao plano e propósito original de Deus para as nossas vidas traz um sabor indescritível, maravilhoso, gostoso, prazeroso, incomparável ao antigo caminho.

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” II Crônicas 7.14,

"Ainda assim, agora mesmo, diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal." Joel 2.12 e 13.

 
Sugestão de oração:
"Senhor Deus, eu venho a Ti, em oração, crendo em todas as palavras que li no texto acima. Senhor, eu reconheço que preciso de Ti. Peço-Te perdão por todos os meus pecados. Reconheço que enviastes Teu Filho Jesus para mostrar-me o caminho correto. Ajuda-me, nesta hora de mudança de rota de vida. Convido Jesus para entrar no meu coração, para ser o Senhor e o Salvador da minha vida. Agradeço-Te por escrever o meu nome no Livro da Vida. Dá-me, Senhor, cada dia fé e convicção das promessas contidas na Bíblia. Em nome de Jesus. Amém."
Se você leu, em voz alta, esta oração e optou por mudar a sua rota. Entre em contato comigo: adabrust@gmail.com
Posso auxiliá-lo(a) nesta nova caminhada.
Deus te abençoe.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Polêmica

                  Em consulta ao site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, em data de 06/03/2012, li notícia sobre a decisão do Tribunal de Justiça de retirar dos prédios públicos onde abrigam serviços relacionados à justiça gaúcha dos crucifixos.


Impossível deixar de tecer um breve comentário a respeito do assunto.


Atuando como advogada freqüento os prédios do Tribunal de Justiça da capital e algumas comarcas do interior do Estado, há quase 15(quinze) anos. Na condição de filha de advogado frequentava, já há mais tempo, os cartórios, os prédios e as salas de audiências. Confesso que minha raiz luterana nunca concordou com a imagem de Jesus pregado no madeiro. Creio que Jesus ressuscitou e, portanto, a representação da crucificação é fato superado pela ressurreição. Entendo que maior importância devemos dar à vitória de Jesus sobre a morte, ocorrida no domingo de páscoa. Esta vitória da vida sobre a morte deve receber maior ênfase, pois esta conquista ainda permanece, ao passo que aquela que durou apenas três dias. De qualquer forma, o crucifixo é um símbolo do cristianismo, portanto, em nada me incomodava.


Ocorre que a questão debatida na primeira sessão do ano do Conselho da Magistratura do TJRS foi provocada por um grupo de pessoas insatisfeitas com a presença do símbolo na parede do Judiciário. Ora, não é porque nunca ninguém reclamou que deve permanecer inalterado. Porém, no mínimo, uma discussão sobre manter ou mudar deveria ter sido proposta.


Ademais, um ponto muito importante merece registro: o(s) grupo(s) incomodado(s).


A desarmonia existente entre o símbolo religioso e os grupos de gays, lésbicas e impatizantes é indiscutível. Caso não houvesse, não dispensariam tanta energia, tempo e dedicação nesta demanda. Logo, embora a justificativa desses grupos tenha sido“uma petição solicitando uma postura do Estado laico” é inegável que a motivação tenha sido em razão de um certo desconforto em relação ao que o símbolo representa e, que, vai contra o entendimento/filosofia/pregação dos grupos homossexuais, transexuais e assemelhados.


Outro argumento utilizado para embasar o pedido de retirada dos crucifixos dos prédios públicos é que o Estado deve abster-se de professar qualquer religião, seja ela qual for, objetivando ser totalmente imparcial e isento de partidarismos.


Primeiramente, importante registrar que o Estado é composto e administrado por pessoas, não máquinas, e estas dotadas de características, experiências, vivências, origens, personalidades pessoais. Obviamente, o administrador não pode agir com base nestas, senão na lei. Todavia, imperioso é ressaltar que a imparcialidade e isenção “almejada” pelos grupos requerentes não é realidade. No momento em que o administrador, ou no caso em tela, o julgador é uma pessoa, inevitavelmente, irá agir de acordo com suas convicções pessoais, dentro da lei. E este fato não irá ser alterado na presença ou não de símbolo religioso afixado na parede do órgão no qual trabalha.


Foi dito, que há a necessidade de separar o Estado e a igreja. Como se esta não estivesse sacramentada. Sabemos que ao longo da história da humanidade, esta separação vem acontecendo e cada vez, tem-se criado o distanciamento do poder da igreja e o poder do Estado. Na medida em que o Estado organiza-se para cuidar da administração do que é material e a igreja organiza-se para cuidar da administração do que é espiritual, a sociedade cresce, evolui, caminha para ações separadas, mas harmônicas. A sociedade brasileira nunca deixou de ser religiosa, de frequentar igrejas, ou apoiar suas convicções na fé. A separação de Estado e igreja foi ensinada por Jesus quando afirmou aos discípulos para que destinassem“a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Mas, isto não significa ignorar as lições e os ensinamentos de Jesus Cristo. Pelo contrário, somente quando observamos os princípios, mandamentos, ensinamentos de Jesus é que alcançamos o bem comum.


Também, não podemos negar que a civilização ocidental é cristã, e este contingente numa maioria esmagadora. Sem aqui citar religiões cristãs, igrejas católica ou evangélicas, mas a história da humanidade é marcada pela era d.C. e a.C. Vivemos no ano 2012 d.C., ou seja, depois de Cristo, pois ficou convencionado que nasceu no ano 0(zero), inaugurando a era cristã. O nascimento de Jesus é lembrado no Natal; a morte de Jesus é lembrada na sexta-feira santa; a ressurreição de Jesus é lembrada na Páscoa; a ascensão de Jesus é lembrada no dia de Corpus Cristi e todos estes dias são considerados feriados nacionais. Ou serão banidos do calendário brasileiro?

Para finalizar, deixo aqui um fato que me assombra e sobressalta, a meu ver, esta questão: o grupo incomodado com o crucifixo não representa nenhuma religião e sim, um grupo de orientação sexual diferente da convencional. Estas pessoas não professam nenhuma crença religiosa? Espíritas, umbandistas, budistas, hinduístas, nunca reclamaram a presença do símbolo... Por que tanto alvoroço e intolerância?

sábado, 3 de março de 2012

Bolo nutritivo


Outro dia, experimentei um bolo delicioso. Resultado da aptidão culinária de uma colega de trabalho, o nome do bolo é ‘Bolo nutritivo’. Embora eu tenha pouca inclinação para as artes culinárias, solicitei a receita. Imagine você que são necessários 9(nove) ingredientes para a massa do bolo. Após reuni-los e levá-los trinta minutos ao fogo médio, o bolo está pronto. É uma delícia! A colega, ao repassar a receita, lembrava de todos os ingredientes, não necessitou copiá-los de nenhuma anotação. Buscou na memória, a informação da receita completa para repassá-la a mim.

Eu experimentei o bolo, e sei que é uma delícia, por isso, desejei ter a receita.

Utilizando-me de uma modesta comparação, posso dizer que a vida que Deus preparou para cada um de nós É UMA DELÍCIA! O que acontece, na maioria dos casos, é que ou deixamos de acrescentar algum ingrediente ou impedimos que o Melhor Cozinheiro misture a massa e faça o preparo.


É verdade que, em certos casos, comemos a massa crua; em outras ocasiões utilizamos ingredientes com prazo de validade vencido; ou, ainda, ingredientes de péssima qualidade. Inocência é esperar que o bolo fique bom.


Recordo-me de algumas mensagens sobre o ‘Bolo da Felicidade’, cujos ingredientes são: amor, paz, harmonia, alegria, saúde, enfim, tudo o que somado leva uma pessoa a sentir a felicidade. Assim, alguns ingredientes já foram amplamente divulgados.


Este bolo, diferente daquele, já publicado, não tem a intenção de salientar os ingredientes, embora sejam de suma importância, mas visa atentar para o fato de que muitas vezes, não adicionamos os ingredientes na sua totalidade, ou ainda, não deixamos os ingredientes nas mãos de um bom cozinheiro. Na ‘cozinha’ da vida, nos aventuramos a preparar bolos, utilizando só com a receita, sem ao menos treinar o modo de preparo, e sem nenhuma experiência esperamos comer o melhor bolo da nossa vida. Quando o resultado dá errado, reclamamos para quem passou a receita, invariavelmente, Ele: Deus. Afinal de contas, quem é o autor da vida?


Quero aqui dizer que, na maioria das vezes, Deus deseja que nós reconheçamos a incapacidade de fazer um bolo tão bom quanto o dEle. Gostamos de comer o melhor bolo, mas não deixamos o Melhor Cozinheiro prepará-lo. Nossa idéia errada é que Deus deu-nos os ingredientes para que façamos bolo à nossa maneira, o que é, definitivamente, uma idéia errada. O livre arbítrio está na opção de fazer o bolo ou deixá-lo fazer o bolo. Os ingredientes ficam a cargo do Chefe de Cozinha!


Acredite!


Deus deseja que nós entreguemos a Ele os ingredientes que nós temos. Ele irá acrescentar outros ingredientes e, muito melhores, para fazer um bolo indescritivelmente divino, e incomparavelmente melhor do que o nosso.


E você? Ainda vai ficar insistindo em fazer um bolo à sua maneira?


Duvido que seja tão nutritivo quanto o bolo preparado por Deus. Rsrsrs

               Deus te abençoe.


sábado, 25 de fevereiro de 2012

Testemunho - ago./2003

          
              Tentarei explicar, em poucas palavras, o que têm acontecido em minha vida, nos últimos anos.
              Em março de 1999, perdi meu pai de maneira trágica. Foi tudo muito rápido, almoçamos com ele. Ele saiu de casa às 15 horas e uma hora depois recebemos a notícia de ele havia falecido. Foi horrível!
A minha irmã já havia tido um encontro com Deus e estávamos indo à igreja por insistência dela. Ela já havia entendido a importância de congregar.
Bem, eu sempre freqüentei a igreja, desde criança, a qual a Karine estava participando. Houve mudança de pastores, várias vezes.
Enfim, o Pastor que veio para Guaíba em maio de 1997 é o Pastor Roberto e está aqui até hoje – com a bênção de Deus. O que ocorre é que a diferença entre o Pastor Roberto e os outros pastores, que não ficavam muito tempo aqui, é que o pastor Roberto transmitia a Palavra com mais entusiasmo.

Assim eu:
              1) Participei de vários cultos;
              2) Ouvi a Palavra de Deus, por meio das pregações do Pastor Roberto;
              3) O Espírito Santo de Deus me tocou;
              4) Entendi que Deus queria meu coração para poder agir na minha vida;
              5) Tive consciência da existência do Diabo e da influência que ele tem sobre a vida das pessoas que não são Filhos de Deus (das criaturas de Deus);
              6) Reconheci meus pecados e pedi perdão pra Deus por todos eles;
              7) Entreguei meu coração para Jesus em 21/01/2001.

A partir daí, minha se transformou de uma maneira que as pessoas ao meu redor perceberam mais do que eu, porque Deus age de forma diferente na vida de cada um.

Hoje eu tenho Paz no coração, tenho amor pelas pessoas (também por aquelas que não conheço). Tenho vontade de viver, falar e agir de maneira que todos ao meu redor tomem a mesma decisão e recebam Jesus em seus corações. Desejo que todos tenham seus nomes escritos no Livro da Vida (conforme Apocalipse 20.12) e recebam a Vida Eterna. O melhor disso tudo é que esta nova vida em Cristo, esta vida eterna inicia neste mundo mesmo. É muito bom, mesmo.

Antes de eu me converter, eu tive contato com pessoas convertidas e achava que eram muito chatas, loucas, com a vida sem graça. Sabe, é incrível, mas isto é uma astúcia do Diabo, colocar em nós a idéia de que tudo que é de Deus é “sem graça”. Pense: se nós somos criaturas de Deus, feitos à imagem e semelhança dEle, como Ele poderia proporcionar-nos uma vida chata? À primeira vista, a vida dos tementes pode parecer “chata”, mas não é. Eu já fui descrente. Passei minha juventude nas noites, fazendo festas, bebia (socialmente - mas bebia), ia a baladas, dançava (e muito). Achava aquele estilo de vida: o máximo! Hoje digo: NÃO HÁ NADA MELHOR DO QUE ESTAR NA PRESENÇA DE DEUS, na casa de Deus, fazendo parte do povo de Deus, dançando com meus irmãos de fé; participando de festas e eventos sadios; convivendo com pessoas que são meus VERDADEIROS amigos. Aliás, só sabe o real significado da palavra AMIGO quem é cristão e congrega em igreja comprometida com a Palavra de Deus.

Experimente uma vida consagrada a Deus. Procure uma igreja evangélica; converse com o pastor e diga que você quer entregar seu coração para Jesus e ter uma vida de Paz na presença de Deus. Ou, se você preferir, fale comigo. Posso ajudar-te.
Encare o conselho como uma recomendação de uma amiga que assistiu a um bom filme e está indicando para que você assista.

JESUS TE AMA E QUER TE DAR UMA VIDA ABUNDANTE!

Jesus disse: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”
                                                                                                     Evangelho de João 10.10

Alessandra Brust Rodrigues (12/08/2003).

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Aliança

        Na sala de espera de um consultório médico, comecei a observar o grande número de mulheres sem aliança de casamento. Fiquei pensando, quantas delas nunca usaram uma aliança, seja de noivado, casamento ou, mesmo, de compromisso? E quantas delas, como eu, já usaram e hoje estão sem a aliança?

Fiquei lembrando o que a ALIANÇA representa: um compromisso entre duas pessoas que compartilham mesmos sentimentos, mesmas idéias, mesmos ideais. Sem indicação de início ou fim, por isso é um círculo.

O objeto em si carrega uma trajetória: encontros, sorrisos, palavras, confidências, fotos e fatos que compõem e fazem parte da história ‘embutida’ na aliança. A ausência da aliança implica obrigatoriamente na ausência da história? Não. Na sua maioria, apenas não houve um final feliz. Talvez, por falta de compromisso, de um ou de ambos. Compromisso? Que palavra mais desatualizada.

O atual mundo moderno, no qual as relações humanas evoluem de forma cada vez mais liberal; nas quais ‘LIBERDADE’ é o lema; onde existem acordos compartilhados, tais como: ‘relacionamento aberto’, ou ‘cada um é livre’, ou ‘cada um é responsável por si’; indicam que tudo o que envolve compromisso está ‘fora de moda’. Os casais estão cada vez mais longe de qualquer atitude que envolva compromisso.

Esta desastrosa constatação da falta de compromisso entre os cônjuges reflete na falta de compromissos com a família, com os filhos, com patrões, com professores, com a lei, com a ordem, com os bons costumes, com a moral, com a verdade, enfim, com tudo o que Deus planejou de bom e que estava no Plano Original de Deus. E Deus? Ah, sim, Deus. Creio que Deus está muito triste pela falha do homem que escolheu ser independente de tudo e de todos. E a falta de compromisso com Deus é, se não a única, a principal, e primeira, de todas as outras, anteriormente citadas. Se não há compromisso com Deus, com Aquele que merece todo nosso relacionamento, reconhecimento, louvor, adoração, gratidão, amor, como haveremos de esperar que todas as outras relações tenham êxito? É Ele quem une: marido e mulher, pais e filhos, patrão e empregados, pois é o Criador do homem, da família, da aliança, do amor, do compromisso. Não há como viver longe da origem da vida, almejando felicidade e plenitude de alegria, porque tudo é por Ele e para Ele são todas as coisas.

Desatualizada é a Paz, em meio a tanta violência, porque o homem julgou ser melhor do que Deus e achou que poderia viver sem Ele.
E nessa reflexão, encerro esclarecendo que hoje sei porque a minha primeira aliança foi retirada, por Deus, da minha mão direita, para que eu entendesse que a primeira, e principal aliança e que dá sentido a minha vida, é a Aliança Eterna de Amor com o Pai. Depois desta, outra que vier será muito bem-vinda, porque terá sentido e cumprirá a sua finalidade.