Você não está só.

sábado, 11 de agosto de 2012

E o técnico?


Impressiono-me com a facilidade com que pessoas são substituídas em suas atividades profissionais ou cargos/postos de trabalho, por falhas na execução técnica e o conseqüente resultado insatisfatório.
Em especial, no futebol, após cada derrota dos times, parece que o lugar mais frágil e incerto de estar é no lugar do técnico. Hoje, após a derrota da Seleção Brasileira nos jogos Olimpícos, a substituição do técnico provavelmente será a melhor "resposta" ou alento para amenizar a tristeza do povo. Sem levar em conta o histórico profissional dos treinadores de futebol, e os motivos pelos quais o time não alcançou a vitória, os técnicos são substituídos de forma implacável.
Longe de criticar essa decisão sobre manter ou substituir os técnicos, utilizo a ilustração para manifestar minha irresignação com o tratamento descartável dispensado às pessoas .
Há mais de onze anos decidi convidar Jesus para morar em meu coração e fazer parte da minha vida! E, em troca, Jesus faz com que minhas falhas e ‘resultados insatisfatórios’ não sejam motivo para me tirar do ‘posto’ ao qual Ele mesmo preparou para mim.
Glória a Deus!!!
Aleluia!!!
VERSÍCULO: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”                                  I João 1.9

ORAÇÃO: Senhor Deus, eu te louvo, Senhor, pois só Tu és merecedor de Toda Honra, Toda Glória, Todo Louvor, Toda Adoração, Pai. Neste momento, Senhor, chego a Ti, em oração, confessando que tenho falhado na caminhada da vida, e neste momento arrependo-me de todas as atitudes, pensamentos e palavras que escolhi e que não agradaram ao Teu coração. Quero pedir a tua ajuda, pois és um Pai de Amor e não me deixará andar só. Não te lembres dos pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões; mas segundo a tua misericórdia, lembra-te de mim, por tua bondade, SENHOR, conforme diz a Tua Palavra, em Salmo 25.7. Peço-te em nome de Jesus. Amém.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Segundo lugar

Conversando com uma pessoa sobre as conseqüências da quimioterapia, ela perguntou-me se o cabelo da mãe havia caído. Respondi que sim. Ela afirmou: - Disseram-me que depois do tratamento da quimioterapia o cabelo nasce com aspecto mais bonito.

Ao ouvi-la, não me recordo de ter feito comentário, porque muitas coisas vieram à mente e gostaria de dividir com os amados, algumas impressões.

Inicialmente, gostaria de manifestar a expressão ‘segundo lugar" ficou no pensamento. Lembrei de vários "segundo lugares". Ou melhor, a idéia de duas etapas: antes e depois. Dessa forma, o “segundo” cabelo, o segundo filho, a segunda viagem, o segundo nascimento, a segunda casa, a segunda aliança, o segundo lugar e a segunda glória.

Posso dizer que o cabelo da mãe que surgiu ao final do tratamento de quimioterapia é bem mais bonito que o primeiro. Com relação ao segundo filho, igualmente, apenas posso imaginar (pois não tenho esta experiência) que a experiência com o primogênito traga ensinamentos. De certa forma, as vivências com o segundo não são novas, talvez, menos doloridas. A identificação do choro, as atitudes que se devem adotar no caminho do consultório médico, a quantidade de fraldas providenciadas a cada semana, o remedinho para cólica, o chá de ameixa, enfim, já existe uma caminhada e um trajeto conhecido. A rotina do casal que se adapta à chegada do segundo bebê é diferente e menos tumultuada, digamos, considerando a existência do primeiro. Acredito que não seja tão radical, em comparação à chegada do primeiro filho.

Quanto a uma viagem, por exemplo, quando decidimos conhecer outro lugar, seja ele qual for, a segunda ida ao destino será mais precisa, mais certeira, mais direta do que a primeira. O caminho já é conhecido, os pontos turísticos melhor identificados, a localização de restaurantes, museus, lojas, etc. De certa maneira, a segunda viagem é melhor aproveitada, pois os percalços foram na primeira.

A segunda vez tem seu glamour. Almejamos o novo, novas experiências, mas adquirimos habilidade e destreza após a primeira experiência. Arrisco a afirmar que a segunda oportunidade é melhor aproveitada do que a primeira.

Trazendo a idéia para a Palavra de Deus, podemos analisar, em vários trechos da História, a indicação de que a segunda experiência é melhor do que a primeira.

No livro de Ageu, cap. 2, o subtítulo aponta: ‘A glória do segundo templo’. Na leitura do capítulo 2, versos 1 a 9, temos: “No segundo ano do rei Dario, no sétimo mês, ao vigésimo primeiro do mês, veio a palavra do SENHOR por intermédio do profeta Ageu, dizendo: Fala, agora, a Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e ao resto do povo, dizendo: Quem dentre vós, que tenha sobrevivido, contemplou esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é ela como nada aos vossos olhos? Ora, pois, sê forte, Zorobabel, diz o SENHOR, e sê forte, Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e tu, todo o povo da terra, sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos; segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o meu Espírito habita no meio de vós; não temais. Pois assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda uma vez, dentro em pouco, farei abalar o céu, a terra, o mar e a terra seca; farei abalar todas as nações, e as coisas preciosas de todas as nações virão, e encherei de glória esta casa, diz o SENHOR dos Exércitos. Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos; e, neste lugar, darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos.”

No Novo Testamento, Jesus após expulsar do Templo todas as pessoas que haviam transformado a Casa de Deus em casa de negócios, disse aos judeus: “Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.” João 2.19. Os judeus não entenderam, e replicando disseram: “Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?” João 2.20. Na sequência, a explicação: “Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.” João 2.21. Em outro Evangelho:“Posso destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias” Mateus 26.61. Ou outro: “Eu destruirei este santuário edificado por mãos humanas e, em três dias, construirei outro, não por mãos humanas.” Marcos 14.58. Os ouvintes não entenderam, pois Jesus comparou a igreja material com a igreja espiritual que seria edificada no coração de todo o que nEle crê. As Escrituras revelam um magnífico mistério, pois fez uma comparação entre o Templo construído por Salomão com o Templo do Espírito Santo que seria edificado por Ele(Jesus) através da sua morte e ressurreição após três dias. Através da nova vida em Cristo sabemos que a ‘segunda igreja’ (edificada no coração de cada cristão e testemunha do amor de Jesus) é melhor, pois vive da Graça, é completa, é Obra do Espírito Santo e perfeita pois não há intermediário humano entre Deus e o homem, tão somente Jesus é o intermediário, como ensina o Livro de I Timóteo, cap. 2,verso 5: “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, ...”
                 
Outra preciosa comparação entre a primeira e a segunda, que, neste último caso, trata-se da aliança entre Deus e o homem, reside no contraste entre Moisés x Jesus. Através de Moisés, Deus fez uma aliança com seu povo. Após a saída do Egito, Moisés guiou o povo no deserto. Deus supriu-o com alimentação, vestuário, direção e as tábuas da Lei, nas quais foram gravados os 10(dez) mandamentos. Naquela ocasião, Deus orientou o povo para que seguissem as ordens ali expressas e listou uma série de ordenanças, para que seu povo fosse próspero. Contudo, a dureza de coração resultou num relacionamento distante de Deus, e a prática de atos religiosos e sem valor aos olhos de Deus, pois sem demonstração de arrependimento. Jesus, por sua vez, nascido da virgem, trouxe em seu exemplo e ensinamentos apenas dois mandamentos: 1) Amar a Deus sobre todas as coisas, com toda a força, todo o entendimento e 2) Amar ao próximo como a si mesmo. Assim, através da Obra de Jesus, Deus fez a segunda aliança com seu povo.

Também, ao lermos, no Evangelho de João, no capítulo 3, verso 10, o ensinamento que Jesus trouxe a Nicodemos, quando disse: “Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” Assim, não podemos negar a existência e a necessidade de dois nascimentos. Além desta constatação, da necessidade de dois nascimentos, entendo que o segundo nascimento seja melhor, pois é eterno. Jesus esclareceu que veio trazer a oportunidade de um novo nascimento, porque a Palavra de Deus afirma:“Todos quantos o receberam deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.” João 1.12

 Se você entendeu o que leu até aqui, saiba que Deus tem um Plano e um Propósito para sua vida. Receba Jesus agora mesmo em seu coração e passe a viver uma vida de constante alegria. A segunda fase de sua vida, através do novo nascimento em Jesus Cristo será incomparavelmente melhor. Há mais de 10(dez) anos vivo esta segunda fase da minha vida e posso garantir que não há nenhuma dúvida de que a segunda fase da vida - com Jesus - é incrivelmente melhor. Renasça em Deus, através da fé em Jesus Cristo.
Deus te abençoe!


                                                            Alessandra Brust Rodrigues - Texto original de 27/05/2010,
                                                                                                         com adaptações em 03/08/2012.

sábado, 2 de junho de 2012

Megguy, eu e Deus

             A cachorrinha da minha casa, Megguy, é uma figura. Agitada, hiperativa, adora uma folia, dada a brincadeiras. Para amenizar um pouco esta agitação dela, costumo comprar aqueles ossinhos – feitos de couro – próprios para este fim.

Outro dia, depois de dar a ela o mimo, fiz menção de que o tomaria de volta. Imediatamente ela rosnou e ameaçou morder-me. Obviamente que comecei a rir. Primeiro, porque não era minha intenção retomá-lo, embora eu tivesse demonstrado isso. Segundo, porque se eu quisesse, faria de qualquer forma, ela aceitando ou não. Afinal, fui eu quem o comprou.

Interessante que na nossa relação com Deus parece que fato semelhante acontece.

Proponho uma singela comparação.

Digamos que eu(na história acima narrada) seja Deus; a cachorrinha Megguy seja cada um de nós e o osso seja toda dádiva de Deus.

Deus, o Pai, concede-nos algo bom. Pense em algo. Vou utilizar, como exemplo, um emprego, um trabalho. Nós o aceitamos. Trabalhamos. Gostamos e durante o exercício do mesmo, Deus nos tira. Ele permite o ato da demissão. A primeira atitude é “rosnar”, reclamar, esbravejar, murmurar e brigar com Deus.

A reação do verdadeiro cristão deve ser: LEMBRAR e RECITAR o versículo da Palavra de Deus:“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8.28 O trabalho/emprego não foi nos dado por Deus? Não é Ele o nosso provedor? Cabe a Ele, e só a Ele retirar da nossa vida e devolver ou conceder um melhor, quando bem entender.

Crer que Deus irá providenciar outra fonte de renda não é fácil enquanto não se pode ver. Contudo, é isso que Deus espera de nós: confiança nEle. Essa confiança é exercitada através de um relacionamento diário com Ele.

É importante ter em mente que cada cristão (não de palavras, mas aquele com atitudes cristãs) tem o zelo do Pai. Se Deus permitiu a situação do desemprego é porque tem algo a ensinar e deseja que o filho aprenda a confiar no Pai.

Imagino que Deus, às vezes, queira tirar o “osso de couro” e conceder um gostos “filé suculento” aos seus filhos. E desiste diante das atitudes rebeldes: “- Não saio daqui.”;“- Daqui ninguém me tira.”; “-Deus me livre ir trabalhar em outro lugar.”; “-Quero ver você me tirar daqui.”; “- Deus sabe o quanto amo isso.”

A Palavra de Deus diz: “Ao Senhor pertence a terra, e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” Salmo 24.1

Se tudo pertence a Deus, cabe a cada um de nós zelar pelo patrimônio alheio. Também, devemos agradecer ao Dono do Mundo cada presente que nos é concedido. E sempre ter em mente que é Ele quem nos dá o que precisamos. E tira, quando bem entende.

Oração: "Senhor Deus e Pai, venho a ti após a leitura desta mensagem reconhecendo que tenho murmurado em algumas situações. Creio que tu és Deus de Amor e tens sempre o melhor para teus filhos. Peço ao Teu Espírito Santo para me lembrar, em cada situação, que preciso reagir calmamente lembrando que és Soberano sobre cada situação. Agradeço-Te, em nome de Jesus. Amém."

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Verdadeiro ungido


Ontem à noite, tivemos um banquete espiritual no Ministério Intimidade, Louvor e Adoração, com a presença da abençoada Família Borba.

O ministro de louvor, Asaph Borba, acompanhado do filho, André Borba, no violino, de sua esposa, Rosana Borba, voz, e participação especial da filha, Aurora, backing vocal, encheram o pequeno espaço da congregação com a glória de Deus. Meu coração se encheu de gratidão, louvor e arrependimento, naquele ambiente preparado pelo próprio Senhor Deus para nos acolher.

Aqui, deixo o registro de algumas anotações que fiz, com base na abençoada palavra trazida pelo pregador, Pastor Asaph Borba, que foi boca de Deus, ontem no culto na igreja. Algumas anotações não são ipsis literis, mas creio que traduzem a ideia da pregação.


Texto base: Isaías 61.1  a 7.

Deus quer uma unção para a igreja. Deus quer que a igreja seja ungida.
A unção leva a igreja a PREGAR para que outros sejam salvos. Unção sem pregação é ponto de interrogação.
A unção leva a curar e a receber os que necessitam de cura. Unção cura.
O ungido de Deus implanta o governo de Deus neste mundo.
O ungido consola os que choram. O sofá da casa do ungido deve estar sempre aberto para receber alguém que está sofrendo.
O Espírito Santo quer que nós sejamos instrumento de transformação: alegria ao invés de tristeza! Riso ao invés de espírito angustiado e abatido.
O ungido é um carvalho de justiça para SEMPRE dar glória ao Senhor. O carvalho é um referencial do Senhor.
O ungido edifica o lugar anteriormente assolado. Restaurar o que está destruído. Seja a restauração de uma vida, de uma família, de uma igreja, destruídas. O ungido sabe que Deus está neste processo de reconstrução.
O ungido será chamado SACERDOTE DO SENHOR! Um sacerdote é um representante de Deus; é um representante do povo; é quem tem esperança; é quem entra na brecha por aquele que não tem mais esperança.
Na vidado ungido do Senhor deve haver: VERDADE, AUTENTICIDADE, AMOR, HUMILDADE.
O VERDADEIRO UNGIDO é manso e humilde. O verdadeiro ungido é humilde diante deDeus e diante dos homens.
O ungido tem cara no chão.
O ungido é um catalizador de bênção do Senhor. SEMPRE DÁ GLÓRIA A DEUS!
E Deus tira-lhe toda a vergonha e dá-lhe dupla honra.
A fumaça desse mundo já era, eu quero Jesus!

Muito boa palavra!!!!

Obrigado, irmão, Pastor Asaph Borba, pela pregação e pelo testemunho de vida.
Glória a Deus por tua vida, teu ministério e tua consagração em santidade ao Pai Eterno!
Somos muito abençoados com tua presença e a presença de tua família em nosso meio. Vocês são sempre bem-vindos!

"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." Ap. 2.29


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Retornável

Na semana passada, almoçava num restaurante da cidade, desacompanhada, porque a mãe estava visitando minha irmã em Belo Horizonte. A impressão é que sozinha os pensamentos voam. Ao menos, comigo é assim. Li na garrafa de refrigerante: retornável.
Lembrei que há dias atrás, em conversa com um amigo, o mesmo comentou sobre a diferença do sabor do refrigerante em garrafa de vidro e da garrafa de pet. Naquela ocasião, comentei que nunca havia percebido. E arrisquei: refrigerante é refrigerante em qualquer recipiente! Mas o amigo contestou: - Não é, não! O gosto do refrigerante em garrafa de vidro é muito melhor do que em garrafas de plástico. Fiquei meditando. Considerei o comentário do amigo, sem argumentar. Foi aí que, no restaurante, lembrei do amigo da conversa: - O refrigerante da garrafa de vidro é mais gostoso. Será? Deve ser melhor.
O amigo comentou sobre o sabor do refrigerante, mas eu fiquei pensando no aspecto ecológico. A garrafa retornável é menos prejudicial ao meio ambiente. Será que não seria a hora de retornar ao uso e cultura das garrafas retornáveis? As sacolas plásticas já estão sendo substituídas por sacolas retornáveis. E as garrafas?
Aquela palavra “retornável” não saiu daminha mente.
Retornar é o mesmo que voltar.
As estradas sempre têm um retorno, um acesso para que o viajante tenha a opção de voltar ao lugar de onde saiu.
Considerando que a vida pode ser comparada a uma estrada, não podemos ignorar o fato de que há opção de retorno. E o ser humano é retornável?
Na hipótese da descoberta do caminho trilhado não ser o melhor, é imprescindível buscar uma alternativa de mudança de rota. Porque a definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes! Assim, persistindo no caminho errado, a estrada levará o viajante a um fim não desejado.
Agora, o cerne da questão é definir por quê? Quando? Como? E onde retornar?
Explico. A nossa natureza humana é má. O ser humano é falho, pecador e produtor de vários tipos de males. Isso é fato. A história da humanidade relata inúmeros episódios a esse respeito. Esse fato responder o motivo porque cada um de nós deve mudar.
No momento em que eu estiver sentindo que necessito mudar é momento de promover a mudança. Assim, o viajante deve mudar quando sentir que há algo de errado em sua vida.
Como mudar é algo que requer ajuda. Cada um de nós é capaz de identificar a necessidade de mudança. Contudo, não é capaz de alterar a rota de sua vida, sem o auxílio de Deus. Aqui, encontramos um obstáculo: a consciência da condição de ser frágil que necessitado auxílio do seu Criador. Deus é um Pai Amoroso, Misericordioso, tardio em irar-se, mas a nossa parte é a de nos humilharmos e reconhecermos esta condição de dependência e necessidade de auxílio divino. Ele mesmo ajuda a sua criatura a escolher o caminho certo. Superando o orgulho e reconhecendo a necessidade de auxílio superior, basta ir a Ele e pedir ajuda. A forma de fazer isso requer alguns passos:
1º) Orar a Deus. Fazer uma simples oração, em voz alta, sem testemunhas, só você e Deus. No interior do seu quarto. No seu local de trabalho. Onde você estiver, no momento em que tomar esta decisão. Deus irá ouvi-lo(a). Ao final desta explanação há uma sugestão que pode auxiliá-lo(a).
2º) Ler um livro muito importante que indicará "as instruções para alteração de sua rota": a BÍBLIA.
3º) Conversar com pessoas que, da mesma forma, alteraram suas rotas e estão trilhando o caminho de Deus, andando, diariamente, com Jesus.
4º) Pedir ao indicador do caminho certo, Deus Triuno, orientação sobre uma igreja para participar.
5º) Desfrutar, diariamente, das belezas e maravilhas que Deus tem preparado ao longo dessa nova jornada.
6º) Passar a outras pessoas a importância da opção de retornar e optar por andar no caminho de Jesus Cristo.
Em síntese, retornável nos tornamos quando optamos por caminhar com Jesus, ainda que não saibamos o que esta decisão significa na sua total dimensão. Este retorno ao Pai é necessário, traz benefícios coletivos e individuais em todas as áreas da sua vida, é gratificante e concederá mais sabor à vida diária.
Não só a garrafa retornável tem um sabor mais original e gostoso do refrigerante, mas a atitude do coração em retornar ao plano e propósito original de Deus para as nossas vidas traz um sabor indescritível, maravilhoso, gostoso, prazeroso, incomparável ao antigo caminho.

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” II Crônicas 7.14,

"Ainda assim, agora mesmo, diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal." Joel 2.12 e 13.

 
Sugestão de oração:
"Senhor Deus, eu venho a Ti, em oração, crendo em todas as palavras que li no texto acima. Senhor, eu reconheço que preciso de Ti. Peço-Te perdão por todos os meus pecados. Reconheço que enviastes Teu Filho Jesus para mostrar-me o caminho correto. Ajuda-me, nesta hora de mudança de rota de vida. Convido Jesus para entrar no meu coração, para ser o Senhor e o Salvador da minha vida. Agradeço-Te por escrever o meu nome no Livro da Vida. Dá-me, Senhor, cada dia fé e convicção das promessas contidas na Bíblia. Em nome de Jesus. Amém."
Se você leu, em voz alta, esta oração e optou por mudar a sua rota. Entre em contato comigo: adabrust@gmail.com
Posso auxiliá-lo(a) nesta nova caminhada.
Deus te abençoe.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Polêmica

                  Em consulta ao site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, em data de 06/03/2012, li notícia sobre a decisão do Tribunal de Justiça de retirar dos prédios públicos onde abrigam serviços relacionados à justiça gaúcha dos crucifixos.


Impossível deixar de tecer um breve comentário a respeito do assunto.


Atuando como advogada freqüento os prédios do Tribunal de Justiça da capital e algumas comarcas do interior do Estado, há quase 15(quinze) anos. Na condição de filha de advogado frequentava, já há mais tempo, os cartórios, os prédios e as salas de audiências. Confesso que minha raiz luterana nunca concordou com a imagem de Jesus pregado no madeiro. Creio que Jesus ressuscitou e, portanto, a representação da crucificação é fato superado pela ressurreição. Entendo que maior importância devemos dar à vitória de Jesus sobre a morte, ocorrida no domingo de páscoa. Esta vitória da vida sobre a morte deve receber maior ênfase, pois esta conquista ainda permanece, ao passo que aquela que durou apenas três dias. De qualquer forma, o crucifixo é um símbolo do cristianismo, portanto, em nada me incomodava.


Ocorre que a questão debatida na primeira sessão do ano do Conselho da Magistratura do TJRS foi provocada por um grupo de pessoas insatisfeitas com a presença do símbolo na parede do Judiciário. Ora, não é porque nunca ninguém reclamou que deve permanecer inalterado. Porém, no mínimo, uma discussão sobre manter ou mudar deveria ter sido proposta.


Ademais, um ponto muito importante merece registro: o(s) grupo(s) incomodado(s).


A desarmonia existente entre o símbolo religioso e os grupos de gays, lésbicas e impatizantes é indiscutível. Caso não houvesse, não dispensariam tanta energia, tempo e dedicação nesta demanda. Logo, embora a justificativa desses grupos tenha sido“uma petição solicitando uma postura do Estado laico” é inegável que a motivação tenha sido em razão de um certo desconforto em relação ao que o símbolo representa e, que, vai contra o entendimento/filosofia/pregação dos grupos homossexuais, transexuais e assemelhados.


Outro argumento utilizado para embasar o pedido de retirada dos crucifixos dos prédios públicos é que o Estado deve abster-se de professar qualquer religião, seja ela qual for, objetivando ser totalmente imparcial e isento de partidarismos.


Primeiramente, importante registrar que o Estado é composto e administrado por pessoas, não máquinas, e estas dotadas de características, experiências, vivências, origens, personalidades pessoais. Obviamente, o administrador não pode agir com base nestas, senão na lei. Todavia, imperioso é ressaltar que a imparcialidade e isenção “almejada” pelos grupos requerentes não é realidade. No momento em que o administrador, ou no caso em tela, o julgador é uma pessoa, inevitavelmente, irá agir de acordo com suas convicções pessoais, dentro da lei. E este fato não irá ser alterado na presença ou não de símbolo religioso afixado na parede do órgão no qual trabalha.


Foi dito, que há a necessidade de separar o Estado e a igreja. Como se esta não estivesse sacramentada. Sabemos que ao longo da história da humanidade, esta separação vem acontecendo e cada vez, tem-se criado o distanciamento do poder da igreja e o poder do Estado. Na medida em que o Estado organiza-se para cuidar da administração do que é material e a igreja organiza-se para cuidar da administração do que é espiritual, a sociedade cresce, evolui, caminha para ações separadas, mas harmônicas. A sociedade brasileira nunca deixou de ser religiosa, de frequentar igrejas, ou apoiar suas convicções na fé. A separação de Estado e igreja foi ensinada por Jesus quando afirmou aos discípulos para que destinassem“a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Mas, isto não significa ignorar as lições e os ensinamentos de Jesus Cristo. Pelo contrário, somente quando observamos os princípios, mandamentos, ensinamentos de Jesus é que alcançamos o bem comum.


Também, não podemos negar que a civilização ocidental é cristã, e este contingente numa maioria esmagadora. Sem aqui citar religiões cristãs, igrejas católica ou evangélicas, mas a história da humanidade é marcada pela era d.C. e a.C. Vivemos no ano 2012 d.C., ou seja, depois de Cristo, pois ficou convencionado que nasceu no ano 0(zero), inaugurando a era cristã. O nascimento de Jesus é lembrado no Natal; a morte de Jesus é lembrada na sexta-feira santa; a ressurreição de Jesus é lembrada na Páscoa; a ascensão de Jesus é lembrada no dia de Corpus Cristi e todos estes dias são considerados feriados nacionais. Ou serão banidos do calendário brasileiro?

Para finalizar, deixo aqui um fato que me assombra e sobressalta, a meu ver, esta questão: o grupo incomodado com o crucifixo não representa nenhuma religião e sim, um grupo de orientação sexual diferente da convencional. Estas pessoas não professam nenhuma crença religiosa? Espíritas, umbandistas, budistas, hinduístas, nunca reclamaram a presença do símbolo... Por que tanto alvoroço e intolerância?

sábado, 3 de março de 2012

Bolo nutritivo


Outro dia, experimentei um bolo delicioso. Resultado da aptidão culinária de uma colega de trabalho, o nome do bolo é ‘Bolo nutritivo’. Embora eu tenha pouca inclinação para as artes culinárias, solicitei a receita. Imagine você que são necessários 9(nove) ingredientes para a massa do bolo. Após reuni-los e levá-los trinta minutos ao fogo médio, o bolo está pronto. É uma delícia! A colega, ao repassar a receita, lembrava de todos os ingredientes, não necessitou copiá-los de nenhuma anotação. Buscou na memória, a informação da receita completa para repassá-la a mim.

Eu experimentei o bolo, e sei que é uma delícia, por isso, desejei ter a receita.

Utilizando-me de uma modesta comparação, posso dizer que a vida que Deus preparou para cada um de nós É UMA DELÍCIA! O que acontece, na maioria dos casos, é que ou deixamos de acrescentar algum ingrediente ou impedimos que o Melhor Cozinheiro misture a massa e faça o preparo.


É verdade que, em certos casos, comemos a massa crua; em outras ocasiões utilizamos ingredientes com prazo de validade vencido; ou, ainda, ingredientes de péssima qualidade. Inocência é esperar que o bolo fique bom.


Recordo-me de algumas mensagens sobre o ‘Bolo da Felicidade’, cujos ingredientes são: amor, paz, harmonia, alegria, saúde, enfim, tudo o que somado leva uma pessoa a sentir a felicidade. Assim, alguns ingredientes já foram amplamente divulgados.


Este bolo, diferente daquele, já publicado, não tem a intenção de salientar os ingredientes, embora sejam de suma importância, mas visa atentar para o fato de que muitas vezes, não adicionamos os ingredientes na sua totalidade, ou ainda, não deixamos os ingredientes nas mãos de um bom cozinheiro. Na ‘cozinha’ da vida, nos aventuramos a preparar bolos, utilizando só com a receita, sem ao menos treinar o modo de preparo, e sem nenhuma experiência esperamos comer o melhor bolo da nossa vida. Quando o resultado dá errado, reclamamos para quem passou a receita, invariavelmente, Ele: Deus. Afinal de contas, quem é o autor da vida?


Quero aqui dizer que, na maioria das vezes, Deus deseja que nós reconheçamos a incapacidade de fazer um bolo tão bom quanto o dEle. Gostamos de comer o melhor bolo, mas não deixamos o Melhor Cozinheiro prepará-lo. Nossa idéia errada é que Deus deu-nos os ingredientes para que façamos bolo à nossa maneira, o que é, definitivamente, uma idéia errada. O livre arbítrio está na opção de fazer o bolo ou deixá-lo fazer o bolo. Os ingredientes ficam a cargo do Chefe de Cozinha!


Acredite!


Deus deseja que nós entreguemos a Ele os ingredientes que nós temos. Ele irá acrescentar outros ingredientes e, muito melhores, para fazer um bolo indescritivelmente divino, e incomparavelmente melhor do que o nosso.


E você? Ainda vai ficar insistindo em fazer um bolo à sua maneira?


Duvido que seja tão nutritivo quanto o bolo preparado por Deus. Rsrsrs

               Deus te abençoe.